Yours, Mine and Ours / Os seus, os meus e os nossos (1968)

Meus avós tiveram seis filhos. Têm alguns amigos meus cujos avós atingiram dez. Existem até mesmo os que ultrapassaram essa marca e chegaram a 12. Porém, dá para imaginar uma casa com 18 filhos? E com 19? Loucura não?

Contudo, Henry Fonda nos mostra ser possível uma família, desse tamanho, ser bem cuidada e organizada. No mesmo caminho, Lucille Ball confirma seu marido (no filme, é claro), dizendo que quando existe amor, um pouco de disciplina e o marido não contesta a esposa (esse último de grande improtância!), isso realmente acontece.

Se isso é possível ou não, eu não sei (quase impossível, na minha opinião, nos tempos do século XXI). O que eu sei é que a história de Os seus, os meus e os nossos garante, a qualquer espectador, boas gargalhadas. Com destaque para atuação de Eric Shea, ótimo no papel do pequeno Phillip.

Todavia, é preciso ter cuidado. Eu estou falando do filme de 1968, não da  nova versão (que nem chega perto!) que teve há pouco tempo. Se você assistiu esse último, não deixe de assistir o original.  É verdade que, ultimamente, Hollywood não tem tido muitas idéias novas e por isso tem feito refilmagens, seja de filmes (O Vôo da Fênix, Sob Domínio do Mal, Mulheres Perfeitas), seja de séries (As Panteras). Entretanto, nenhum bate o original (pelo menos nos filmes).

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