Archive for agosto \31\UTC 2008

Elmer Gantry / Entre Deus e o Pecado (1960)

agosto 31, 2008

Burt Lancaster impecável! Precisa dizer algo mais? Mas para não deixar somente essa linha, ainda vou escrever algumas frases. Entre Deus e o Pecado traz a história de um caixeiro-viajante (Burt Lancaster), sem muito futuro, mas que carrega consigo um profundo conhecimento bíblico. Ao conhecer a carismática pregadora irmã Sharon (Jean Simmons), vê a oportunidade de subir na vida.

Quando Jean Simmons então concede uma oportunidade para Lancaster,  esse se mostra também um ótimo pregador, e começa a ganhar a confiança dela. Além disso, com o tempo, termina por seduzi-la. Porém, o reencontro do nosso protagonista com um antigo romance inacabado, pode colocar todos os seus planos por água a baixo.

Ao longo de sua carreira, o nova-iorquino Burton Stephen Lancaster recebeu quatro indicações ao Oscar de Melhor Ator. Contudo, só ouviu a frase “… and the Oscar goes to… Burt Lancaster!” uma única vez. Justamente quando foi indicado pelo papel de Elmer Gantry.


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To Kill a Mockingbird / O Sol é Para Todos (1962)

agosto 29, 2008

Um dos maiores filmes de todos os tempos! No gênero drama-tribunal, não seria injusto colocá-lo  em primeiro lugar.

Nessa bonita história, com uma forte conotação de valores, Atticus Finch (Gregory Peck, possivelmente no filme mais marcante de sua carreira) é um honesto advogado no Alabama racista da década de 30. Sua tarefa, defender um homem negro (Brock Peters) acusado, injustamente, de ter estuprado uma mulher branca. Como não poderia deixar de ser, nessa empreitada ele vai até o fim, mesmo que isso custe a inimizade de grande parte da cidade contra ele e seus filhos.

Peck interpreta um típico “herói”, dos muitos que existem e não são reconhecidos.  Eu falo isso, porque ele faz  o espectador ver que um “herói” é realmente aquele que não conseguiu “fugir”. Porém, não por não ter condições de “correr”, mas sim porque quis ficar (forçado pelos seus valores).

No filme… o “valor” passado por Finch é “simples”, embora nem sempre aplicado no mundo real. É o de que qualquer pessoa, seja ela quem for, deve ter os mesmos direitos de todos os outros.

Para finalizar, podemos dizer que toda essa emocionante história é coroada com uma forte música-tema do grande Elmer Bernstein.

Cenas Memoráveis (The Seven Year Itch / O Pecado Mora ao Lado – 1955)

agosto 25, 2008

O Pecado Mora ao Lado!!!!

Acho que não teria título melhor se você tivesse Marilyn Monroe (não vou começar a elogiar sua beleza, pois então não consigo mais parar) como vizinha.

Esse não é o seu melhor trabalho (sinceramente, como comédia, acho melhor Quanto Mais Quente Melhor, 1959, coincidentemente, com o mesmo diretor, Billy Wilder), mas devido a essa cena, talvez tenha ficado como o mais marcado de sua carreira. É um filme bem legal. Acredite, você não vai perder seu tempo de maneira alguma caso assista!

Sense and Sensibility / Razão e Sensibilidade (1995)

agosto 22, 2008

Jane Austen foi uma importante escritora do final do século XVIII e começo do XIX. Suas obras foram diversas vezes adaptadas para o cinema (Emma, 1996; Orgulho e Preconceito, 2005).

Um de seus mais importantes livros, Razão e Sensibilidade,  teve várias versões. A mais conhecida data de 1995, com direção de Ang Lee e roterio de Emma Thompson. A produção foi indicada a 6 Oscars, ganhando na categoria de Melhor Roterio Adaptado (curiosamente, isso fez Emma Thompson ser a primeira mulher a ter tanto o Oscar de Melhor Atriz [Retorno a Howards End, 1992], como o de Melhor Roteiro Adaptado). Prêmio merecido, pois ao longo das 2 horas e 15 minutos de filme, através de uma forma “leve” pela qual a história é contada, o telespectador não se cansa por um só instante.

A história de Razão e Sensibilidade contrasta duas irmãns. A primeira, Elinor (Emma Thompson), espelha a “razão”, demonstrando-se forte e prática para com os seus sentimentos. Pelo lado oposto, Marianne (Kate Winslet), é sensível e frágil. As duas vão acabar por se apaixonar. Todavia, a forma como vão lidar com isso e o resultado final será de contornos diferente para ambos os lados.

O elenco ainda inclui Hugh Grant (por quem Thompson se apaixona), Alan Rickman e Hugh Laurie (o cara da série “House”). Todos com atuações muito boas.

Bons atores… bons diretores – Robert Redford

agosto 19, 2008

72 anos e ainda com cabelo loiro? Me conte seu segredo Robert! Ou melhor, o nome da sua tintura. O californiano Charles Robert Redford Jr. é um dos maiores… “pegadores” do cinema norte-americano? Pela sua rede já passou até Sônia Braga! Bem, também não é assim, ele até que ficou “quieto” por uns tempos. Afinal, foi casado por mais de 20 anos, tendo se divorciado em 1985. Dessa relação duradoura nasceram quatro filhos, um dos quais (Amy) trabalha no ramo cinematográfico. Todavia, o vovô Redford (tem 4 netos) não é somente reconhecido como ator e diretor. Uma de suas maiores contribuições para a sétima arte foi a criação de um dos principais festivais de cinema dos Estados Unidos, o Festival de Sundance, em Utah. Consequentemente, desde então (década de 80) Redford tem se envolvido ativamente no ramo de filmes independentes. Para quem não sabe, o festival é especializado em produções desse tipo.

Antes de ser ator, Robert chegou a ser jogador de beisebol (um bom jogador, diga-se de passagem!) e pintor boêmio na Europa. Todavia, quando desistiu desse último ramo (que geralmente não é muito lucrativo), e resolveu voltar pra casa, conheceu sua futura esposa, Lola. Curiosamente, em menos de uma semana de namoro, se casou com ela.

Por acaso, através do incentivo da sua mulher, começou a fazer um curso de cenógrafo, que desenrolou num curso de ator. Nesse último, acabou sendo descoberto por um agente e, a partir de então,  tem início sua saga no ramo cinematográfico.

Nos primeiros tempos, ficou interpelando entre cinema e teatro, tendo mais sucesso nesse último. Muitas vezes, chegou a rejeitar papéis principais em filmes de sucesso, como A primeira noite de um homem e Quem tem medo de Virginia Woolf ?, obras do diretor Mike Nichols. Devido a convicções próprias, batia de frente com os grandes estúdios de Hollywood. Por isso, pegava personagens secundários e produções de pouco sucesso.

Porém, ainda nesses tempos, deve-se chamar atenção para Esta mulher é proibida, 1966. Vocês sabem por qual motibo eu estou pontuando esse filme? Bem, ele é o primeiro de mais sete. Mais sete o que? Ora, sete filmes de uma parceira duradoura e vitoriosa com o diretor Sydney Pollack.  Veremos ao longo do texto que para se falar da história de Redford, nunca se pode esquecer de citar o nome de Pollack. Contudo, essa primeira parceira (Esta mulher é proibida) é um produto de qualidade mediana, na minha opinião.

Seu primeiro grande trabalho, colocado, nos dias atuais, lá no alto pela crítica, foi Butch Cassidy, 1969, no qual, junto com Paul Newman, faz uma dupla de foragidos da lei. O filme foi indicado a 7 Oscars, dos quais ganhou 4, e ganhou também 8 BAFTAs, incluindo melhor ator para Redford. A parceria com Newman continuaria dando certo em Golpe de Mestre, 1973, um sucesso ainda maior de bilheteria, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator. Inclusive, é bom lembrar, que esses dois filmes tiveram o mesmo diretor, George Roy Hill, marcado eternamente por essas duas produções. Ainda no mesmo ano, 1973, fez par romântico com Babra Streisand, sob direção de Pollack (terceiro filme juntos), em Nosso Amor de Ontem, indicado a 5 Oscars.

Mesmo já sendo considerando uma estrela a essa altura, Roberto Redford também estrelou alguns fracassos, a exemplo de O Grande Gatsby, 1974, inspirado no clássico homônimo de Fitzgerald. Para terminar a década de 70, podemos citar o eletrizante Três Dias do Condor, 1975, também com Pollack, e Todos os Homens do Presidente, 1976, sucesso sobre o caso Watergate estrelado junto com Dustin Hoffman.

Agora vamos partir para a década de 80? Vamos falar de 1980? Não, espera aí, para quem não sabe, 1980 é ainda considerado década de 70 e exatamente nesse ano aconteceu algo que marcou a carreira do nosso californiano. Uma dica: não foi como ator. Foi nessa data que Robert estreou na direção e conseguiu o feito de ganhar o Oscar de Melhor Diretor. Gente Como a Gente é um filme que pode ser classificado como muito bom, principalmente para uma estréia. Robert enfrentou concorrência de peso para ganhar o prêmio em 1981(por isso, talvez não merecido). Afinal, nosso debutante concorreu com ninguém menos que Martin Scorcese, Touro Indomável, Roman Polanski, Tess, e David Lynch, Homem Elefante (todos os filmes são obras importantes nas carreiras dos respectivos diretores). A premiação do trabalho de estréia não parou por ai. Gente como a Gente ganhou ainda melhor filme, ator codjuvante (Timothy Hutton) e roteiro adaptado.

Agora podemos passar para a “década perdida” (restringindo o termo ao Brasil!). Ao longo desses dez anos, a carreira de Redford seria mais marcada como ator, através de bons trabalhos com Brubaker, com Morgan Freeman, e Perigosamente Juntos, com Debra Winger. No final, em 1990 fecharia sua última parceria com Pollack (também depois de 7 filmes!), através de Havana, onde contracena com Raul Julia. É também um bom filme.

Entretanto, o filme que mais marcaria sua carreira, nos anos 80, seria Entre Dois Amores, 1986, em que atua junto com Meryl Streep sob a direção de…………….. quem? quem? quem? Isso mesmo, Sydney Pollack. Como eu disse, essa foi uma parceira vitoriosa. O filme foi indicado a 11 Oscars e venceu 7, inclusive melhor filme e diretor. Na trama, Streep é uma mulher rica, casada por conveniência com o primo, que vai morar no Quênia e acaba se apaixonando por um aventureiro, interpretado por ninguém menos que Redford (você por acaso pensou que ele seria o primo?).

Antes de passar para os anos 90, ainda devo colocar que Robert teria tempo para dirigir Rebelião em Milagro, 1988, onde conheceria e iniciaria um romance com Sônia Braga.

Na década de 90, a direção cinematográfica voltaria a ter um maior peso na sua vida. Ótimos trabalhos foram feitos como Nada é para sempre, onde comanda Brad Pitt, Quiz Show, sua segunda indicação ao Oscar de Melhor Diretor, e O Encantador de Cavalos, onde dirige e atua. Todos foram trabalhos notáveis. Porém, também tem trabalhos como ator que se deve citar. Proposta Indecente, onde consegue dormir com Demi Moore (mas também depois de oferece 1 milhão!!!) e Íntimo e Pessoal, com Michelle Pfeiffer, que ficou marcado pela música “Because You Loved Me”. Ah sim, ia me esquecendo, em 2000 ainda teve outro bom trabalho direção. Lendas da Vida, que conta no elenco com o gênio indomável (só que agora jogando golfe), a estonteante Theron (sua namorada) e aquele cara que tentou dar uma de super-herói em Hancock, 2008, (mas acho que ele é melhor quando encontra-se A Procura da Felicidade). Nesse filme, ele é uma espécie de anjo-instrutor do golfe.

Nos últimos anos, proporcionalmente, Redford voltou a atuar mais ativamente. Em 2001, vieram os bons A Última Fortaleza e Jogos de Espiões, em 2004, Refém de Uma Vida, e em 2005, Um Lugar para Recomeçar, em seu segundo filme com Morgan Freeman e seu primeiro com Jennifer Lopez (espero que também tenha sido o último, pelo menos com ela).

Seu último trabalho, onde dirigiu e atuou, foi Leões e Cordeiros, 2007. Um filme que, não entendo a razão, foi mal recebido pela crítica. Mas por min, é recomendado!

Bem, finalmente acabou! Pelo menos por enquanto. Não é fácil resumir a carreira de Robert Redford, uma história de mais de 40 anos relacionada com a sétima arte, que, por sinal, é extremamente rica.


Yours, Mine and Ours / Os seus, os meus e os nossos (1968)

agosto 16, 2008

Meus avós tiveram seis filhos. Têm alguns amigos meus cujos avós atingiram dez. Existem até mesmo os que ultrapassaram essa marca e chegaram a 12. Porém, dá para imaginar uma casa com 18 filhos? E com 19? Loucura não?

Contudo, Henry Fonda nos mostra ser possível uma família, desse tamanho, ser bem cuidada e organizada. No mesmo caminho, Lucille Ball confirma seu marido (no filme, é claro), dizendo que quando existe amor, um pouco de disciplina e o marido não contesta a esposa (esse último de grande improtância!), isso realmente acontece.

Se isso é possível ou não, eu não sei (quase impossível, na minha opinião, nos tempos do século XXI). O que eu sei é que a história de Os seus, os meus e os nossos garante, a qualquer espectador, boas gargalhadas. Com destaque para atuação de Eric Shea, ótimo no papel do pequeno Phillip.

Todavia, é preciso ter cuidado. Eu estou falando do filme de 1968, não da  nova versão (que nem chega perto!) que teve há pouco tempo. Se você assistiu esse último, não deixe de assistir o original.  É verdade que, ultimamente, Hollywood não tem tido muitas idéias novas e por isso tem feito refilmagens, seja de filmes (O Vôo da Fênix, Sob Domínio do Mal, Mulheres Perfeitas), seja de séries (As Panteras). Entretanto, nenhum bate o original (pelo menos nos filmes).

Stalag 17 / Inferno Nº 17 (1953)

agosto 13, 2008

Antes de A Ponte do Rio Kwai, William Holden já tinha participado de outro famoso filme (“conhecido”, talvez seja uma palavra mais adequada) sobre um campo de prisioneiros da Segunda Guerra Mundial. Por esse trabalho, recebeu o Oscar de Melhor Ator. Dessa vez, não foi comandado por David Lean, mas sim por outra lenda da direção, Billy Wilder, que ainda foi roteirista e produtor do filme.

Traduzido para o português, a obra foi nomeada de Inferno Nº 17. O filme tem a seguinte trama: em um campo alemão, prisioneiros americanos do barracão 17 (Stalag 17, em alemão), começam a suspeitar da existência de um delator entre eles. Pois suas tentativas de fuga e sabotagens são sempre descobertas. Todas as evidências então partem para o Sargento Sefton (Holden). Afinal, ele é o maior “negociador” do campo, inclusive com os guardas alemães, tendo assim, muitos privilégios. Contudo, Sefton jura não ser o traidor.

Um bom filme sobre um campo de prisioneiros da Segunda Guerra, não tão marcante quanto A Ponte do Rio Kwai, é verdade, mas muito interessante de se ver.

Cenas Memoráveis (Singing in the Rain / Cantando na Chuva – 1952)

agosto 11, 2008

Just singing… singiiiiiing in the raaaaaiiiiin!!!!

Uma curiosidade: você sabia que Gene Kelly estava com 39 graus de febre ao fazer essa cena? Pois é, uma das imagens mais marcantes que você tem da sétima arte (sem a menor sombra de dúvida!), ficou mais imortalizada ainda, não foi?

Cantando na Chuva está entre os melhores musicais que já assisti. Extremamente divertido e leve, conta a história das dificuldades de atores, acostumados ao cinema mudo, com os novos tempos do cinema falado.

Você nunca viu? Pois não continue na ignorância e vá assistir essa obra-prima, co-dirigida por Gene Kelly e Stanley Donen (Um dia em Nova Iorque; Um Caminho para Dois).

The Bridge On The River Kwai / A Ponte do Rio Kwai (1957)

agosto 9, 2008

A música principal desse filme é muito conhecida! Se você ouvir, vai imediatamente se lembrar! Sabe aquela marcha militar em que os soldados ficam assobiando? Acho que era até o tema de fundo da “Ponte do Rio que cai”, quadro antigo do Domingão do Faustão. Se lembrou? Bem, seja qual for a resposta,  para quem tiver interesse em procurar, a música chama-se “The River Kwai March” e foi gravada por Mitch Miller.

Mas A Ponte do Rio Kwai não se resume a isso, pelo contrário, é uma ótima obra sobre a Segunda Guerra Mundial (Oscar de Melhor Filme). Quem encontra-se na direção é ninguém menos que David Lean (Oscar de Melhor Diretor), que esteve a frente de trabalhos como Dr. Jivago e Lawrence das Arábias.

A história é a seguinte. Preso em um campo de prisioneiros japonês, junto com seus soldados, o Coronel Nicholson (Alec Guinness, Oscar de Melhor Ator, ótima atuação!) quer construir uma ponte para demonstrar a superioridade britânica. Porém, depois de fugir do campo, um soldado americano (William Holden) tem a missão de voltar, junto com um comando britânico, e destruir a construção, antes que essa seja finalizada e comece ser utilizada pelo exército nipônico.

Imperdível. Vá logo procurar assistir!

Cenas Memoráveis (Ferris Bueller’s Day Off / Curtindo a vida adoidado – 1986)

agosto 7, 2008

Twisty and Shout!!!! Twisty and Shout!!!! A imagem mostra uma das melhores partes desse divertido filme.  Quando o protagonista aparece em cima de um carro alegórico, em pleno desfile na cidade Chicago, cantando um grande sucesso dos anos 60. A surpresa então toma conta da sua namorada e de seu melhro amigo, que diz (se me lembro bem): “é um filho da mãe, mas que filho da mãe!!!” (eu só vi esse filme dublado, porém, acho que os tradutores foram carinhosos. Afinal, dá para imaginar alguém na Sessão da Tarde dizendo: “é um filho da puta!”???).

Em Curtindo a vida adoidado, Mathew Broderick (marcado eternamente pelo papel) é Ferris Bueller. Um jovem com alta popularidade, inclusive com os pais, que deseja aproveitar um dos últimos dias de colegial.  Para isso, mata aula junto com sua namorada (Mia Sara em seu segundo filme e o mais famoso desde então) e seu grande amigo Cameron (Alan Ruck). Porém, no seu encalce, com o intuito de desmascará-lo, estão a sua irmã,  interpretada por Jennifer Grey (aquela que dançou com Patrick Swayze), e o diretor de seu colégio, interpretado por Jeffrey Jones (que nos últimos tempos encontrou-se envolvido em casos de pornografia infantil).

O filme é um dos maiores clássicos da década de 80, sendo no gênero comédia,  inevitavelmente, uma das melhores de todos os tempos.